
sexta-feira, 13 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
versões literais
Alguém resolveu pegar alguns videoclipes e refazer as letras das músicas, pra que elas descrevessem literalmente o que acontece no video. Viciei:
Dica do Alberto.
Dica do Alberto.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
michael mann, nike
Comercial da Nike dirigido pelo Michael Mann. Trilha sonora de O Último dos Moicanos (dirigido por ele), versão mais moderna, com guitarras. Muito bom.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
oscar
FILMES DO OSCAR - PARTE 1
Ainda não vi todos os indicados a melhor filme, então vou comentando alguns dos que já vi, indicados a outras categorias:
SLUMDOG MILLIONAIRE
Cidade de Deus + Quiz Show. O filme é bonitinho, vai. Eu gostei, gosto do diretor (Danny Boyle, de Extermínio, Sunshine, Caiu do Céu, A Praia, Trainspotting, etc), mas não é essa obra-prima que as pessoas estão tentando (se) convencer de que é.
MILK
Sinceramente, eu gostei do filme. Esperava muito, por ser do Gus Van Sant, que ultimamente só lançava filmaços mais autorais (Paranoid Park, Elefante, Last Days e Gerry). Não parece ser do mesmo diretor, mas os personagens (reais) ótimos, Sean Penn incrível e uso de imagens de arquivo fazem valer muito a pena. Filme tem uma das vilãs mais interessantes dos últimos tempos.
A TROCA
Filmaço do diretor que provavelmente é o melhor em atividade, Clint Eastwood. Impressionante a mistura de gêneros que ele consegue fazer nesse (o clima lembra bem mais Sobre Meninos e Lobos do que Menina de Ouro). Como alguns já comentaram, é uma história quase kafkiana, mas que poderia facilmente ter virado um melodrama barato, mas é tenso do começo ao fim. Virar melodrama barato nas mãos do Clint é difícil, vale lembrar que ele já sobreviveu a dois roteiros do Paul Haggis.
REVOLUTIONARY ROAD
Pra um filme do Sam Mendes (Beleza Americana, Estrada para a Perdição e Soldado Anônimo), até que é bom. Digo isso porque eu tenho uma certa implicância com esse diretor. Ele é um diretor com certo talento, que trabalha dentro de gêneros que eu gosto, com atores bons e equipe ótima, mas os filmes dele nunca chegam lá. Como eu comentei sobre o Ridley Scott, falta aquela ousadia no trabalho dele que diferencia os bons dos mestres. Vale, principalmente, pelas atuações: Kate Winslet muito bem, e Di Caprio idem. Pra ver um filme que referencia os melodramas dos anos cinquenta, veja o muito superior Longe do Paraíso.
VICKY CRISTINA BARCELONA
Mini-resenha minha que saiu pela Noize:
Duas jovens americanas, Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson), chegam à Barcelona para passar suas férias de verão. Elas fazem amizade com Juan Antonio (Javier Bardem), um charmoso pintor que mantém uma relação complicada com sua ex-mulher, a também pintora Maria Elena (Penélope Cruz), em uma referência óbvia ao casal de artistas Diego Rivera e Frida Kahlo.
Woody Allen utiliza esse choque entre culturas para teorizar sobre amor e relacionamentos, incluindo a idéia de que alguns romances podem se beneficiar da presença de uma terceira pessoa.
Além de um elenco muito bem escalado, a cidade de Barcelona se mostra o cenário perfeito para a história, e é filmada como um personagem também, o que explicaria o porquê do título ser escrito assim. Após toda a sua carreira fazendo filmes situados em Nova York, novos ares parecem ter feito bem ao cineasta, que antes de Vicky Cristina Barcelona também dirigiu três filmes na Inglaterra.
AUSTRALIA
Uma merda enorme. Fujam.
Ainda não vi todos os indicados a melhor filme, então vou comentando alguns dos que já vi, indicados a outras categorias:
SLUMDOG MILLIONAIRE
Cidade de Deus + Quiz Show. O filme é bonitinho, vai. Eu gostei, gosto do diretor (Danny Boyle, de Extermínio, Sunshine, Caiu do Céu, A Praia, Trainspotting, etc), mas não é essa obra-prima que as pessoas estão tentando (se) convencer de que é.
MILK
Sinceramente, eu gostei do filme. Esperava muito, por ser do Gus Van Sant, que ultimamente só lançava filmaços mais autorais (Paranoid Park, Elefante, Last Days e Gerry). Não parece ser do mesmo diretor, mas os personagens (reais) ótimos, Sean Penn incrível e uso de imagens de arquivo fazem valer muito a pena. Filme tem uma das vilãs mais interessantes dos últimos tempos.
A TROCA
Filmaço do diretor que provavelmente é o melhor em atividade, Clint Eastwood. Impressionante a mistura de gêneros que ele consegue fazer nesse (o clima lembra bem mais Sobre Meninos e Lobos do que Menina de Ouro). Como alguns já comentaram, é uma história quase kafkiana, mas que poderia facilmente ter virado um melodrama barato, mas é tenso do começo ao fim. Virar melodrama barato nas mãos do Clint é difícil, vale lembrar que ele já sobreviveu a dois roteiros do Paul Haggis.
REVOLUTIONARY ROAD
Pra um filme do Sam Mendes (Beleza Americana, Estrada para a Perdição e Soldado Anônimo), até que é bom. Digo isso porque eu tenho uma certa implicância com esse diretor. Ele é um diretor com certo talento, que trabalha dentro de gêneros que eu gosto, com atores bons e equipe ótima, mas os filmes dele nunca chegam lá. Como eu comentei sobre o Ridley Scott, falta aquela ousadia no trabalho dele que diferencia os bons dos mestres. Vale, principalmente, pelas atuações: Kate Winslet muito bem, e Di Caprio idem. Pra ver um filme que referencia os melodramas dos anos cinquenta, veja o muito superior Longe do Paraíso.
VICKY CRISTINA BARCELONA
Mini-resenha minha que saiu pela Noize:
Duas jovens americanas, Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson), chegam à Barcelona para passar suas férias de verão. Elas fazem amizade com Juan Antonio (Javier Bardem), um charmoso pintor que mantém uma relação complicada com sua ex-mulher, a também pintora Maria Elena (Penélope Cruz), em uma referência óbvia ao casal de artistas Diego Rivera e Frida Kahlo.
Woody Allen utiliza esse choque entre culturas para teorizar sobre amor e relacionamentos, incluindo a idéia de que alguns romances podem se beneficiar da presença de uma terceira pessoa.
Além de um elenco muito bem escalado, a cidade de Barcelona se mostra o cenário perfeito para a história, e é filmada como um personagem também, o que explicaria o porquê do título ser escrito assim. Após toda a sua carreira fazendo filmes situados em Nova York, novos ares parecem ter feito bem ao cineasta, que antes de Vicky Cristina Barcelona também dirigiu três filmes na Inglaterra.
AUSTRALIA
Uma merda enorme. Fujam.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
heaven's gate e chinese democracy
HEAVEN'S GATE
Recentemente fiquei obcecado pela história da produção de Heaven's Gate, filme que faliu a United Artists, e enterrou a carreira do diretor Michael Cimino, que fazia então seu terceiro longa, após ter vencido o Oscar por O Franco Atirador (The Deer Hunter, 1978). Coloco em anexo a primeira parte de um documentário feito sobre o caso, com todos os culpados do filme falando, exceto o diretor. Sério, é uma aula do que não se fazer ao dirigir um filme: por exemplo, antes de uma cena onde um fotógrafo vai tirar uma foto da população da cidade, o Cimino ficou literalmente horas arrumando a composição das dezenas de figurantes pra foto. Fora passar um dia inteiro esperando o céu abrir pra fazer um plano específico, não deixando a equipe sequer "almoçar", pois o sol "já vai sair!", isso após o filme estar semanas atrasado no cronograma, e milhões de dólares já acima do orçamento. Enfim, pra quem interessar:
Parte 1/8:
***
CHINESE DEMOCRACY
Depois da obsessão por Heaven's Gate, comecei a ler tudo que encontrava sobre o Chinese Democracy (seria o equivalente musical?), inclusive fiquei horas lendo a participação recente do Axl em um fórum da banda, respondendo às perguntas dos fãs. Esse nem preciso contar a história, pois acho que todos já sabem, então vamos aos números: 13 milhões gastos na realização do álbum, e mais ou menos 15 anos de produção.
Mas, depois de uma ouvida mais decente, devo dizer que tô gostando bastante do álbum. Muito melhor que aquela Velvet Revolver, por exemplo (banda de alguns ex-integrantes do Guns).
Embora seja falho em alguns momentos (e muito prejudicado pela expectativa em torno dele), dá pra entender a intenção do Axl, embora musicalmente seja perceptível que ele ainda estava experimentando muito (embora nunca chegue a resultados muito inovadores), provavelmente isso um dos grandes motivos da demora. Difícil ser o único a tomar todas as decisões, ainda mais com dinheiro infinito, e sem data pra lançar. Mas, perfeccionismo tem limites.
Diz que ele já tem material pros próximos dois álbuns, que vão formar uma trilogia com esse, e pelo o que entendi, a idéia é lançar na mesma data, cada um por ano (mas, depois de 15 anos de demora no Chinese Democracy, não sei o quanto de credibilidade as previsões do Axl têm). Ele deveria lançar logo, pro bem da banda e do próprio Chinese Democracy, que certamente vai ser mais apreciado quando o foco não estiver sobre ele. E eu tenho expectativas relativamente altas pros próximos.
Ah, e Buckethead >>>>>> Slash.
Recentemente fiquei obcecado pela história da produção de Heaven's Gate, filme que faliu a United Artists, e enterrou a carreira do diretor Michael Cimino, que fazia então seu terceiro longa, após ter vencido o Oscar por O Franco Atirador (The Deer Hunter, 1978). Coloco em anexo a primeira parte de um documentário feito sobre o caso, com todos os culpados do filme falando, exceto o diretor. Sério, é uma aula do que não se fazer ao dirigir um filme: por exemplo, antes de uma cena onde um fotógrafo vai tirar uma foto da população da cidade, o Cimino ficou literalmente horas arrumando a composição das dezenas de figurantes pra foto. Fora passar um dia inteiro esperando o céu abrir pra fazer um plano específico, não deixando a equipe sequer "almoçar", pois o sol "já vai sair!", isso após o filme estar semanas atrasado no cronograma, e milhões de dólares já acima do orçamento. Enfim, pra quem interessar:
Parte 1/8:
***
CHINESE DEMOCRACYDepois da obsessão por Heaven's Gate, comecei a ler tudo que encontrava sobre o Chinese Democracy (seria o equivalente musical?), inclusive fiquei horas lendo a participação recente do Axl em um fórum da banda, respondendo às perguntas dos fãs. Esse nem preciso contar a história, pois acho que todos já sabem, então vamos aos números: 13 milhões gastos na realização do álbum, e mais ou menos 15 anos de produção.
Mas, depois de uma ouvida mais decente, devo dizer que tô gostando bastante do álbum. Muito melhor que aquela Velvet Revolver, por exemplo (banda de alguns ex-integrantes do Guns).
Embora seja falho em alguns momentos (e muito prejudicado pela expectativa em torno dele), dá pra entender a intenção do Axl, embora musicalmente seja perceptível que ele ainda estava experimentando muito (embora nunca chegue a resultados muito inovadores), provavelmente isso um dos grandes motivos da demora. Difícil ser o único a tomar todas as decisões, ainda mais com dinheiro infinito, e sem data pra lançar. Mas, perfeccionismo tem limites.
Diz que ele já tem material pros próximos dois álbuns, que vão formar uma trilogia com esse, e pelo o que entendi, a idéia é lançar na mesma data, cada um por ano (mas, depois de 15 anos de demora no Chinese Democracy, não sei o quanto de credibilidade as previsões do Axl têm). Ele deveria lançar logo, pro bem da banda e do próprio Chinese Democracy, que certamente vai ser mais apreciado quando o foco não estiver sobre ele. E eu tenho expectativas relativamente altas pros próximos.
Ah, e Buckethead >>>>>> Slash.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
clipe de natal
Não, não abandonei o blog, e nem pretendo tão cedo. Mas com o final de ano chegando, tive que dar prioridade a outras coisas, como 3 videoclipes que fizemos em aula, e outro que eu precisava terminar de editar, da banda porto-alegrense Sonora Fundação, que filmei antes de vir pra cá. A música é temática de natal, então já serve como meu feliz natal atrasado:
Produção total da Cápsula: eu e o Jeff gravamos os planos da banda, com dicas de arte da Ana (junto de uma árvore de natal emprestada). As imagens em Super 8 são das famílias da Alessandra (que faz uma breve participação no clipe) e de um amigo do Alberto, que também fez a mão de buscar as cenas, projetá-las e capturá-las. Finalização do Carlos. Valeu a todos!!
Produção total da Cápsula: eu e o Jeff gravamos os planos da banda, com dicas de arte da Ana (junto de uma árvore de natal emprestada). As imagens em Super 8 são das famílias da Alessandra (que faz uma breve participação no clipe) e de um amigo do Alberto, que também fez a mão de buscar as cenas, projetá-las e capturá-las. Finalização do Carlos. Valeu a todos!!
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